07/08/12
Para produzir som os elefantes usam o mesmo mecanismo que os seres humanos e muitos outros mamíferos. Esta é a conclusão a que chegou um grupo de cientistas que pela primeira vez teve oportunidade de analisar a produção de som nestes animais.
Os elefantes comunicam entre si a grandes distâncias através de sons muito graves que estão abaixo da capacidade de audição do ouvido humano. Estes são catalogados como infra-sons, ondas sonoras extremamente graves, com frequências abaixo dos 20 hertz.
Os investigadores tinham já especulado sobre a classe de ressonância que se pode produzir de duas formas na laringe. A primeira teoria era que os elefantes utilizam o controlo neuronal para provocarem espasmos nos músculos da laringe, tal como fazem os gatos quando ronronam.
A segunda teoria era que os animais induzem um fluxo de ar constante que provoca vibrações nas cordas vocais, como sucede no caso dos humanos e em muitos outros mamíferos.
O grupo liderado pelo cientista Christian Herbstk, do Departamento de Biologia Cognitiva da Universidade de Viena, teve a oportunidade de testar as hipóteses quando um elefante morreu por causas naturais no jardim zoológico de Berlim.
Os investigadores observaram imagens a alta velocidade da laringe do elefante, entretanto removida, para comprovar se introduzindo um fluxo constante de ar as cordas vocais vibravam, isto, sem sinais nervosos.
A partir do som que se produziu, a hipótese do ronronar foi descartada. Além disso, com os princípios físicos observados, este tipo de sons produz-se por vibração das cordas vocais, tal como na maior parte dos mamíferos.
Artigo: How Low Can You Go? Physical Production Mechanism of Elephant Infrasonic Vocalizations
Os elefantes comunicam entre si a grandes distâncias através de sons muito graves que estão abaixo da capacidade de audição do ouvido humano. Estes são catalogados como infra-sons, ondas sonoras extremamente graves, com frequências abaixo dos 20 hertz.
Os investigadores tinham já especulado sobre a classe de ressonância que se pode produzir de duas formas na laringe. A primeira teoria era que os elefantes utilizam o controlo neuronal para provocarem espasmos nos músculos da laringe, tal como fazem os gatos quando ronronam.
A segunda teoria era que os animais induzem um fluxo de ar constante que provoca vibrações nas cordas vocais, como sucede no caso dos humanos e em muitos outros mamíferos.
O grupo liderado pelo cientista Christian Herbstk, do Departamento de Biologia Cognitiva da Universidade de Viena, teve a oportunidade de testar as hipóteses quando um elefante morreu por causas naturais no jardim zoológico de Berlim.
Os investigadores observaram imagens a alta velocidade da laringe do elefante, entretanto removida, para comprovar se introduzindo um fluxo constante de ar as cordas vocais vibravam, isto, sem sinais nervosos.
A partir do som que se produziu, a hipótese do ronronar foi descartada. Além disso, com os princípios físicos observados, este tipo de sons produz-se por vibração das cordas vocais, tal como na maior parte dos mamíferos.
Artigo: How Low Can You Go? Physical Production Mechanism of Elephant Infrasonic Vocalizations
Isto prova que outros seres também se comunicam de alguma coisa, ou seja, também "pensam". Como foi explicado acima, os elefantes se comunicam com sons graves, e esses sons podem alcançar grandes distancias.
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