26/03/12
Insetos poderão ser usados em guerras biológicas
Investigadores norte-americanos decidiram apostar na criação de híbridos de animais e máquinas de tamanho reduzido e energicamente sustentáveis, que substituiriam pequenos robôs. O objetivo seria usá-los numa possível guerra biológica. Uma equipe da Universidade Case Western Reserve publicou recentemente na revista da Sociedade Americana de Química, um artigo sobre um animal adaptado – uma barata ciborgue.
Em vez de começar uma criatura do zero, decidiram usar animais vivos que já sabem andar e voar e equipa-los de tecnologia de forma a conseguir controlá-los e induzi-los a cumprir missões — trabalhos de busca e resgate, espionagem ou ataque a inimigos com fobia de insetos.
Um dos grandes desafios deste projeto, ao usar criaturas vivas, é o facto de estas não virem com baterias, e é imprescindível recorrer ao uso de electricidade para ligar sensores e transmissores, fundamentais para o controlo remoto.
A investigação conta com o apoio da Agência de Investigação de Projectos Avançados de Defesa (DARPA), entidade governamental que transforma em estudo toda a gama de perguntas iniciadas por “e se fosse possível...”, como o desenvolvimento de tecnologias para ler mentes e a criação de híbridos de insectos e máquinas.
A Darpa tem um programa de investigação que envolve microssistemas electromecânicos de insectos híbridos. Uma das suas metas é descobrir novas formas para “aproveitar sensores naturais e gerar energia em insetos”.
A equipe, coordenada por Daniel Scherson, explicou no artigo que a barata foi imobilizada enquanto intervinham engenhosamente e após removerem os implantes, começou a correr naturalmente.
Investigadores norte-americanos decidiram apostar na criação de híbridos de animais e máquinas de tamanho reduzido e energicamente sustentáveis, que substituiriam pequenos robôs. O objetivo seria usá-los numa possível guerra biológica. Uma equipe da Universidade Case Western Reserve publicou recentemente na revista da Sociedade Americana de Química, um artigo sobre um animal adaptado – uma barata ciborgue.
Em vez de começar uma criatura do zero, decidiram usar animais vivos que já sabem andar e voar e equipa-los de tecnologia de forma a conseguir controlá-los e induzi-los a cumprir missões — trabalhos de busca e resgate, espionagem ou ataque a inimigos com fobia de insetos.
Um dos grandes desafios deste projeto, ao usar criaturas vivas, é o facto de estas não virem com baterias, e é imprescindível recorrer ao uso de electricidade para ligar sensores e transmissores, fundamentais para o controlo remoto.
A investigação conta com o apoio da Agência de Investigação de Projectos Avançados de Defesa (DARPA), entidade governamental que transforma em estudo toda a gama de perguntas iniciadas por “e se fosse possível...”, como o desenvolvimento de tecnologias para ler mentes e a criação de híbridos de insectos e máquinas.
A Darpa tem um programa de investigação que envolve microssistemas electromecânicos de insectos híbridos. Uma das suas metas é descobrir novas formas para “aproveitar sensores naturais e gerar energia em insetos”.
A equipe, coordenada por Daniel Scherson, explicou no artigo que a barata foi imobilizada enquanto intervinham engenhosamente e após removerem os implantes, começou a correr naturalmente.
Hoje em dia estão cada vez mais aprimorando nossas tecnologias, veja este exemplo, ao invés de criar, ou começar uma criatura do zero, resolveram usar como base um animal vivo. Pode não parecer muita coisa no momento, mas com os futuros avanços de tecnologia o que nos garante que isto não possa ser usado também em humanos, e se fosse? Seria uma coisa boa ou ruim? Só esperando para ver.
Nenhum comentário:
Postar um comentário