sábado, 31 de março de 2012


Ainda é cedo para usar aspirina contra o câncer, dizem especialistas


O que você faria se descobrisse que um comprimido vendido sem receita em qualquer farmácia por cerca de R$ 0,35 ajuda a prevenir o câncer? Se você tem casos da doença na família, provavelmente sairia correndo para comprar um estoque, certo? 
A hipótese não está longe de virar realidade: na última semana, dois estudos publicados em revistas científicas conceituadas apontaram que o consumo regular de ácido acetilsalicílico (a popular aspirina) é capaz de reduzir o risco de desenvolver certos tipos comuns de tumor e também evitar que células cancerosas se espalhem pelo corpo.
Antes de tomar o remédio por conta própria, porém, saiba que ainda é cedo para determinar que a aspirina previne o câncer. Especialistas ouvidos pelo UOL Ciência e Saúde são unânimes em afirmar que os resultados das pesquisas são promissores, mas precisam ser referendados por outros estudos.
Além disso, eles lembram que nenhum remédio deve ser utilizado sem orientação médica. Toda droga tem seus efeitos colaterais e com o ácido acetilsalicílico não é diferente: a substância pode causar úlceras e sangramentos gastrintestinais, o que faz o produto ser contraindicado também nos casos de dengue.


-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


       Hoje eu trouxe esta noticia para retratar que as pessoas normalmente tomam atitudes precipitadas sem antes saber as consequências.  Um bom exemplo é este, "tomar aspirina previne o câncer". Talvez até seja possível isto, porém, como foi dito acima, toda droga tem algum efeito colateral, então é aconselhável perguntar primeiro a um médico. "nenhum remédio deve ser utilizado sem orientação médica"

13/03/12
Estudo compara comportamento das abelhas “aventureiras” com o das que ficam nas colmeias 

Tal como os humanos, as abelhas têm personalidade, umas são mais ousadas e exploradoras, outras mais cautelosas e “caseiras”, revela um estudo publicado na revista Science. 

Segundo a investigação, citada pela agência Efe, as abelhas, insetos sociais que vivem em comunidades muito organizadas, têm funções distintas na colónia a que pertencem: algumas ficam dentro da colmeia e cuidam das crias, outras saem e recolhem alimento. 

As ditas exploradoras buscam novas fontes de comida, mas também outros sítios para fixar novas colmeias. 

Cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, compararam o comportamento das abelhas “aventureiras” com o das que ficavam nas colmeias. 

Para que a investigação fosse bem sucedida, instalaram um grande recinto exterior, protegendo as fontes de alimento, e observaram quais as abelhas que saíam e exploravam à procura de mais comida. 

Os especialistas concluíram que as abelhas exploradoras que procuraram um sítio para fixar uma nova colmeia e levaram um grupo de abelhas da colónia antiga são as que procuravam comida. 

Entre todas as abelhas que procuram alimentos, aproximadamente 25 por cento dedicam-se a procurar novas fontes de comida. Quando chegam às colmeias, comunicam a “novidade” às demais.


     Esta noticia é interessante para aqueles que tratam os animais como simplesmente lixo, o que não é tão raro assim, como o recente caso da mulher que matou um yorkshire sem piedade alguma. OS ANIMAIS MERECEM RESPEITO, SÃO CRIATURAS INTELIGENTES E DEVEM SER TRATADAS COMO TAL.

26/03/12
Insetos poderão ser usados em guerras biológicas 

Investigadores norte-americanos decidiram apostar na criação de híbridos de animais e máquinas de tamanho reduzido e energicamente sustentáveis, que substituiriam pequenos robôs. O objetivo seria usá-los numa possível guerra biológica. Uma equipe da Universidade Case Western Reserve publicou recentemente na revista da Sociedade Americana de Química, um artigo sobre um animal adaptado – uma barata ciborgue. 

Em vez de começar uma criatura do zero, decidiram usar animais vivos que já sabem andar e voar e equipa-los de tecnologia de forma a conseguir controlá-los e induzi-los a cumprir missões — trabalhos de busca e resgate, espionagem ou ataque a inimigos com fobia de insetos. 
Um dos grandes desafios deste projeto, ao usar criaturas vivas, é o facto de estas não virem com baterias, e é imprescindível recorrer ao uso de electricidade para ligar sensores e transmissores, fundamentais para o controlo remoto. 

A investigação conta com o apoio da Agência de Investigação de Projectos Avançados de Defesa (DARPA), entidade governamental que transforma em estudo toda a gama de perguntas iniciadas por “e se fosse possível...”, como o desenvolvimento de tecnologias para ler mentes e a criação de híbridos de insectos e máquinas. 

A Darpa tem um programa de investigação que envolve microssistemas electromecânicos de insectos híbridos. Uma das suas metas é descobrir novas formas para “aproveitar sensores naturais e gerar energia em insetos”. 

A equipe, coordenada por Daniel Scherson, explicou no artigo que a barata foi imobilizada enquanto intervinham engenhosamente e após removerem os implantes, começou a correr naturalmente.



   Hoje em dia estão cada vez mais aprimorando nossas tecnologias, veja este exemplo, ao invés de criar, ou começar uma criatura do zero, resolveram usar como base um animal vivo. Pode não parecer muita coisa no momento, mas com os futuros avanços de tecnologia o que nos garante que isto não possa ser usado também em humanos, e se fosse? Seria uma coisa boa ou ruim? Só esperando para ver.

terça-feira, 6 de março de 2012

Sonda detecta oxigênio em Lua de Saturno

        "A sonda espacial Cassini detectou oxigênio em uma baixa concentração em Dione (foto), uma das luas de Saturno, o que indica que o planeta teria uma tênue atmosfera, embora muito menos densa que a da Terra. Segundo membro da missão Cassini, esta descoberta confirma que o oxigênio é comum no sistema de luas de Saturno e que pode surgir em processos que não implicam formas de vida'


        Como foi retratado acima, foi detectado uma pequena quantidade de oxigênio em Dione , uma das luas de Saturno. Porém também foi publicado que os íons de oxigênio estão muito dispersos, aproximadamente um por cada 11 centímetros cúbicos. 

              "Agora sabemos que Dione, da mesma forma que os anéis de Saturno e sua lua Rhea, é uma fonte de moléculas de oxigênio". Dito por Robert Tokar, um membro da missão Cassini no Laboratório Nacional de Los Álamos (EUA). Em sua opinião, esta descoberta confirma que o oxigênio é comum no sistema de luas de Saturno e que pode surgir em processos que não implicam formas de vida.





      O oxigênio, elemento principal para a vida na terra chega a uma concentração de em torno de 21% na atmosfera terrestre. Os cientistas não pensavam que Dione, devido a seu pequeno tamanho, pudesse abrigar uma atmosfera. A nova descoberta faz deste pequeno satélite um objeto de estudo muito mais interessante.

         Porém mesmo após todas essas descobertas ainda é incerto dizer que há vida extraterrestre por ai. Por enquanto esta sendo dito que, em Dione, não há vida, porém continuam sendo mandadas mais sondas para diversos outros lugares, então vamos esperar, ou não, que encontremos vida em outro planeta, ou ao menos algum lugar que tenha condições de  vida.